sábado, 13 de outubro de 2018

Adolescência e Saúde Mental num mundo em mudança

Celebrou-se esta semana o Dia Mundial da Saúde Mental o qual foi dedicado pela OMS ao bem-estar mental dos nossos jovens, porque para serem autênticos e comprometidos com as suas escolhas, a sua saúde psicológica deve ser cuidada e nutrida!

A adolescência é uma fase de inúmeras e entusiasmantes oportunidades acompanhadas por um sem fim de mudanças, que tanto trazem estados emocionais agradáveis, como desagradáveis. Ainda que sejam de esperar alturas de stress, medos e isolamento, em alguns casos quando se mantêm no tempo e não são reconhecidos ou cuidados, podem interferir com a vida da adolescente e provocar mal-estar. De facto, metade de todos os problemas de saúde mental iniciam cerca dos 14 anos o que constitui a adolescência como um importante período de promoção de bem-estar psicológico.

Esta ação de prevenção de dificuldades e de promoção de saúde é conseguido através da nossa participação ativa e concreta, assim como da dos nossos adolescentes. No entanto, somos nós os responsáveis por lhes mostrar oportunidades de desenvolvimento de resiliência para que possam lidar adequadamente com os desafios colocados pelos dias de hoje. Algumas dicas para o fazermos:

  • Fale com eles sobre o que eles querem fazer e partilhe que a sua necessidade de estabelecer limites tem que ver com a segurança que lhes quer garantir - experimentem pensar os limites juntos!
  • Incentive os adolescentes a integrarem atividades na comunidade: para uns poderá ser voluntariado, para outros poderá ser fazer parte de uma associação ou pertencer a um clube desportivo.
  • Todos sentimos raiva, medo e stress! Ajude os adolescentes a encontrarem formas aceitáveis de expressar e lidar com esses sentimentos.
  • Seja um porto seguro - os adolescentes continuam a precisar de si, apenas de uma forma diferente: aceite, acolha, oriente, esteja discretamente presente.
  • Mente sã em corpo são - hábitos alimentares saudáveis, exercício físico regular e sono adequado protegem os adolescentes de problemas físicos e mal estar psicológico.

Um outro caminho possível em direção ao bem-estar é através do acompanhamento psicológico, um espaço onde os adolescentes podem normalizar a experiência de dificuldades e entender as mudanças pelas quais passam, dando-lhes um sentido e construindo uma forma saudável de lidarem com elas. É um processo que permite que se conheçam e se aceitem, ao mesmo tempo que desenvolvem as suas potencialidades e assumem a escolha de comportamentos que valorizam e que são importantes para as suas vidas.

A procura de ajuda além da nossa casa pode acontecer pelos mais variados motivos, não sendo necessário que exista uma interferência diária significativa na vida dos adolescentes. Às vezes pode ser importante falar com eles sobre esta possibilidade para que eles próprios a considerem e decidam se beneficiaram dela ou não, outras há em que somos nós que notamos algum desconforto, quase como um mal-estar de fundo, que não interferindo muito - afinal os nossos adolescentes até têm amigos, boas notas, atividades prazerosas, colaboram em casa, etc - nos leva a crer que estão, de algum modo, em sofrimento.



segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Recomeçar!

Por norma as férias são uma época de pausa, de descanso e de bons momentos. O ritmo de vida abranda e há tempo para recuperar energia. Mais perto do fim das férias, surge uma sensação de que podemos fazer tudo de novo e melhor, como se a vida recomeçasse numa página em branco. É um momento propício para refletir sobre como nos temos sentido e como temos vivido a nossa vida. 

A nossa iniciativa “Recomeçar!” é a oportunidade para pensar com alguém o que está a funcionar nos seus comportamentos, o que quer começar fazer e transformar, e o que deseja reduzir - ousando mudar as lentes com que olha o mundo.

A intenção é proporcionar um momento e espaço onde, através uma breve entrevista clínica se identificam forças e potencialidades, assim como se despistam e sinalizam algumas dificuldades.

O benefício de marcar uma sessão de aconselhamento no contexto desta iniciativa tem que ver com a possibilidade de iniciar um processo de acompanhamento psicológico ou de desenvolvimento pessoal com alguém especializado, caso se justifique e lhe faça sentido. É também uma oportunidade para experienciar uma sessão de psicologia e esclarecer dúvidas acerca dos processos de consulta psicológica e psicoterapia.

Todos os dias podem ser dias de mudança. Em vez de esperar pelo início do ano novo, aproveite o pós-férias para cortar com os velhos hábitos e levar avante resoluções que que ainda não pôs em prática. Podemos acompanhá-lo enquanto vai mudando de forma gradual e interiorizando novos hábitos – aproveite para recomeçar depois das férias!

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

O melhor mesmo é criar hábitos para dormir bem!

«Nem papoila, nem mandrágora,
Nem todos os xaropes
soporíferos do mundo
Poderão devolver-te o doce sono,
De que gozavas ontem.»
W. Shakespeare;
Otelo, Acto III, Cena iii

Chegadas as férias surge o pensamento "vou finalmente recuperar o sono perdido". Porém, dormir horas extras não compensa as noites mal dormidas - é um mito comum que pode prejudicar ainda mais o padrão de sono. A acrescentar, as férias só por si podem ser um período profícuo de dificuldades nesta área considerando que geralmente se vivem sem grandes rotinas.


A bem da qualidade do sono é importante esclarecer que este é regulado pelo ritmo circadiano do sono, que podemos pensar como sendo um relógio biológico, que funciona num intervalo temporal de 24h. Este ritmo circadiano é sensível ao ciclo claro-escuro, à segregação de hormonas, como a melatonina, e a outros fatores como o ambiente do quarto de dormir, o horário das refeições e do exercício físico, os acontecimentos de vida mais ou menos ativadores. Ao longo do dia, o relógio biológico controla os níveis de vigília para manter as pessoas acordadas e a funcionar de forma eficaz; enquanto durante a noite, o relógio biológico desliga os sinais de vigília para a indução e permanência no sono. De manhã, o processo recomeça. Quando a hora de levantar, as rotinas e atividades são erráticas, o padrão de repouso/vigília sai de sincronia com o relógio biológico e o sono fica prejudicado.


Além disso o sono não é passível de ser controlado, de tal modo que ideias semelhantes a "estou de férias, vou chegar à cama e dormir bem" são contraproducentes. Este tipo de relação com o sono produz ativação fisiológica e emocional por produzir julgamentos como "já devia ter adormecido" ou "são 8h porque é que já acordei?". Os dias passarão envoltos na preocupação de que "devia adormecer mais rápido" ou de que "podia dormir até mais tarde e não durmo", gerando uma resposta ansiosa à possível ameaça de falta de sono que não permite o estado de relaxamento necessário à sua indução.


Então nada se pode fazer para ter uma boa qualidade de sono nas férias? Na verdade sim. Podem promover-se hábitos que se sabe facilitarem a boa higiene do sono e para uma transição mais tranquila na inegável mudança de ritmos, assim como para que as férias possam ser aproveitadas de forma merecida, vale a pena espreitar as seguintes dicas acerca da higiene do sono:
Hora de levantar regular: Estabeleça uma hora de levantar para as férias, não importa a que horas se deitou ou se dormiu pouco. Este é um hábito difícil, mas também aquele que mais impacto tem na qualidade do sono. A manutenção da hora de levantar envia um sinal consistente ao seu relógio biológico de que é tempo de estar desperto e, por sua vez, o seu relógio biológico começará a trabalhar para produzir um ritmo de sono-vigília regular. Uns dias antes de terminarem as férias vá acordando cada vez mais cedo até retomar a sua hora de levantar habitual.
Horários e planeamento: Mesmo de férias pode ter rotinas, como o horário das refeições, das tarefas diárias e do exercício físico, que preferencialmente deve fazer de manhã (o exercício promove o sono profundo, mas realizado até 4h antes de deitar gera ativação e cansaço que o dificultam). Além disso, ter os dias relativamente organizados quer em rotinas, quer sobre as atividades a fazer e locais a visitar, ajuda a diminuir os níveis de stress.
Atividades relaxantes: Ainda que durante as férias sejam frequentes as festas ou saídas à noite, reserve o tempo depois de jantar como um momento mais calmo e para relaxar. Pode optar por ficar por casa promovendo momentos de interação com os outros sem luzes intensas e ruídos altos.
Rotinas pré-sono: Estabelecer ou manter uma rotina de deitar (e.g. diminuir as luzes e tom de voz, abrir a cama, vestir o pijama, lavar os dentes, acertar o relógio, etc.). Estes comportamentos ficam associados ao sono, ajudando o corpo a preparar-se para dormir. Pode ser uma boa forma de acalmar ao chegar de um jantar ou festa.
Cuidar o ambiente de dormir: Não leia, coma, assista TV, etc. na cama. A atividade sexual é a única exceção, de resto não encete noutras atividades quando está no quarto. Além disso, certifique-se de que o quarto está silencioso e escuro. O barulho e até a luz fraca podem interromper ou encurtar o sono. De um modo geral, temperaturas excessivamente quentes causam despertares indesejados, pelo que garanta uma temperatura confortável.
Sestas q.b.: Uma das particularidades mais frequentes das férias é poder dormir uma sesta (ou várias) durante o dia. Porém, estas sestas interferem com o sono noturno - quase como se "roubassem" sono à noite. Quanto mais tempo estiver acordado entre o último episódio de sono e a tentativa atual de dormir, maior será a duração do sono e maior a probabilidade de que adormeça rapidamente e que durma por um longo período. Se realmente optar por fazer uma sesta, procure que não dure mais do que 30 min.
Hábitos saudáveis: A cafeína é um estimulante que pode dificultar o sono durante a noite, por isso limite o uso de alimentos e bebidas com cafeína, como café, chá e refrigerantes. As bebidas alcoólicas podem deixá-lo sonolento e contribuir para que adormeça mais facilmente. No entanto, o álcool geralmente faz com que o sono seja muito mais fragmentado, gerando uma sensação de cansaço ao acordar.

Estas dicas de higiene do sono não garantem uma “noite de sono de 8h” todos os dias. É importante não esquecer de que é natural que não se durma todos os dias da mesma maneira e de que não há risco nisso, uma vez que o sono é um evento fisiológico não controlável e dependente de inúmeros fatores. Mas se as dificuldades que sente no sono persistem ao longo do tempo e interferem com a sua qualidade de vida, na Pomar de Braços poderemos ajudá-lo - procure-nos.

segunda-feira, 18 de junho de 2018


Dia Internacional do Pânico

“O medo de ter medo” - Pânico o irmão mais velho da ansiedade

O quadro de Pânico corresponde a um quadro de ansiedade, sendo que Portugal relativamente aos quadros de ansiedade lidera a lista de países europeus com uma taxa de prevalência 16,5% (Estudo Epidemiológico de Saúde Mental, DGS, 2014).
A ansiedade tem um importante papel nas nossas vidas, ajuda-nos a preparar para situações novas a procurar e desenvolver novos recursos. Esta é a ansiedade adaptativa que nos ajuda a crescer. A ansiedade não adaptativa é a que passa a ser padrão, independentemente das circunstâncias em que estamos. Traz normalmente um elevado grau de invalidação. Por isso mesmo há uma diferença entre crises de ansiedade e crises de pânico. Na crise de pânico, os sintomas físicos extremos são acompanhados do pensamento inabalável que se vai morrer no momento. As crises de ansiedade podem ser transitórias e estar associadas a momentos específicos da vida, normalmente mais exigentes. Contudo é necessário mantermo-nos atentos, sobretudo se persistirem mais no tempo. É sinal que precisamos de ajuda.
A ansiedade é um complexo de emoções, cuja emoção central é o medo e que se centra na antecipação irrealista ou excessiva de consequências danosas ou catastróficas. O medo é uma emoção primária (activação Sistema Nervoso Central) de tonalidade desagradável, adaptativa face a situações novas ou que representam potencial ameaça e cuja principal função é protectora. Visa assegurar a sobrevivência e por isso mesmo desencadeia em termos de adaptação uma resposta de fuga, confronto ou congelamento.
O Pânico caracteriza-se por episódios recorrentes ou intermitentes de mal-estar intenso e grave não associados a circunstâncias específicas. Os sintomas mais valorizados são normalmente os sintomas cardíacos (taquicardia e palpitações) e sintomas neurovegetativos (tonturas e vertigens). É essa valorização que irá determinar a cognição central de Pânico, medo de morrer com enfarte ou ter um AVC (perder o controlo ou estar a enlouquecer). Algum suporte psicofarmacológico poderá ajudar a controlar os sintomas, mas não resolve a sua origem. A intervenção psicológica ajuda a resolver as causas. Dificuldades no reconhecimento de sentimentos de vulnerabilidade, em pedir ajuda, no acesso a cuidados de sáude psicológica especializados e a intervenção ser exclusivamente farmacológica levam muitas vezes à cronicização dos sintomas. Desse modo, quanto mais tardia surgir a intervenção psicológica, maior a probabilidade de se desenvolverem concomitantemente, quadros depressivos, constituindo-se este quadro como uma das maiores fontes de incapacidade em Portugal, com todas as consequências e custos associados do ponto de vista da saúde e qualidade de vida das pessoas e respectivas famílias, saúde pública e enquanto uma das causas mais frequentes para absentismo e presentismo no contexto laboral (Ordem dos Psicólogos Portugueses, 2014).
De acordo com os dados da Ordem dos Psicólogos Portugueses (2014) e da Comissão Nacional de Saúde Mental (2016), na população portuguesa é mais comum nas mulheres e nos jovens estando ligado às novas exigências e conciliação dos papéis profissional e familiar e nos jovens  à conquista de autonomia e dificuldades de integração no mercado de trabalho e às condições para o mesmo (conquista de adultidade). De acordo com o estudo Epidemiológico de Saúde Mental (2009) apenas 32,6% dos casos receberam ajuda especializada. O consumo de ansiolíticos na população adulta aumentou consideravelmente entre 2009 e 2016 (passou de 12,4% para 14,6%). Portugal surge como o 2º país no qual se consomem mais psicofármacos.
Resolver um quadro de pânico implica ter ajuda psicológica especializada, psicoterapêutica. Dentro dos vários modelos psicoterapêuticos, a terapia cognitivo comportamental é a que tem maior eficácia. Os objectivos da psicoterapia passam por perceber de onde vem o que se passa e aprender a lidar com o que se passa; compreender que existe uma relação de congruência entre a forma como pensamos, sentimos e agimos e em reconhecer os padrões ligados a estas três áreas de funcionamento; aprender que existe um ciclo vicioso do pânico e formas de o interromper; aprender a colocar flexibilidade, a criar mais alternativas e a ganhar graus de liberdade na forma como nos pensamos, pensamos e vemos os outros e o Mundo à nossa volta.
O mal-estar emocional tem sempre que ver com o que se passa ou tem passado na nossa vida, com o que precisamos e não estamos eventualmente a ter ou a dar-nos, ou com o que se tem passado e repetido e já não necessitamos. Deste modo a psicoterapia ensina-nos a queixarmo-nos emocionalmente e não apenas fisicamente. O Pânico não é mais do que um sinal de rebentamento do nosso dique existencial.
Normalmente a nossa primeira tendência face a situações desagradáveis é evitá-las. Contudo, como em quase todos os quadros psicológicos não conseguiremos resolver um quadro de pânico sem aprender a reconhecer o medo, aproximarmo-nos dele e de uma forma gentil para connosco próprios, aprendermos a habitar o medo de outra forma. É preciso coragem, segurança, confiança e bondade para o fazermos.

A Pomar de Braços pode ajudá-lo a resolver o seu quadro de Pânico, procure-nos.

Estaremos cá para si.

Dr.ª Íris
Guerra

sábado, 5 de maio de 2018

Responsabilidade social: promovendo o bem-estar da comunidade

Cada vez mais notamos esta preocupação de nos relacionarmos de uma forma mais tranquila, feliz e sábia com as dificuldades que experienciamos diariamente nos nossos contextos e relações.

Conscientes desta intenção, assumimos enquanto equipa, como objeto da nossa responsabilidade social a prestação de cuidados de saúde psicológica acessíveis a toda a comunidade.

Para isso dispomos de uma valência que visa facilitar o acompanhamento psicológico a crianças, adolescentes, adultos e famílias que se encontrem numa situação economicamente desfavorável.

Pretendemos com este serviço promover oportunidades para que as pessoas com menos recursos económicos possam usufruir de um acompanhamento competente e responsável, que não seja limitado na sua frequência e duração devido a essas questões.

Desta forma, os serviços prestados beneficiam de preços diferenciados. Fazem parte destes serviços:
  • Psicologia Clínica de Crianças/Adolescentes e Adultos 
    • Perturbações do Humor, da Ansiedade, do Sono, Alimentares
    • Perturbações de Eliminação, do Comportamento, de Défice de Atenção/Hiperatividade
    • Medos e ajustamento às transições do ciclo de vida
    • Dificuldades de comunicação
    • Desenvolvimento pessoal
  • Psicologia Educacional e do Desenvolvimento
    • Dislexia e outras dificuldades específicas de aprendizagem
    • Perturbações do Desenvolvimento e de Atenção / Hiperatividade
    • Prontidão Escolar para o 1º ciclo 
    • Sobredotação 
    • Problemas de desempenho escolar (Insucesso, desmotivação ou desinvestimento) 
    • Orientação Escolar e Profissional: Aconselhamento nas transições de ciclo 
  • Aconselhamento Parental
    • Parentalidade Consciente
    • Desenvolvimento
    • Entrada para a escola e Prontidão Escolar
    • Comportamento
    • Adolescência
    • Separação / Divórcio
    • Regulação das Responsabilidades Parentais

Não temos nas nossas mãos as soluções para todos os problemas do mundo, mas diante de todos os problemas do mundo temos as nossas mãos.
Friedrich Von Schiller

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Próximo evento - Emoções trocadas por miúdos!


Nesta oficina vamos falar sobre o que as emoções nos fazem sentir, o que pensamos e o que fazemos quando elas aparecem.

Inscrevam os vossos filhos, vamos trocar por miúdos as emoções que às vezes lhes parecem ser maiores do que eles!

Ansiedade aos Testes...


quarta-feira, 21 de março de 2018

A Pomar de Braços está a crescer!



A Pomar de Braços quer proporcionar um acompanhamento adequado e integral a todas as pessoas.

Queremos que a nossa atuação seja global e multidisciplinar, não se limitando à prática privada, mas estendendo-se numa perspetiva de intervenção sistémica e comunitária.

Fruto desse desejo temos vindo a apostar no alargamento dos nossos serviços e da nossa equipa com o objetivo de melhor respondermos às necessidades de quem nos procura.

Partilhamos convosco os nossos serviços e a nossa equipa:

Psicologia Clínica | Psicoterapia
(adolescentes, adultos )
Dra. Iris Ramos Guerra
Dra Alexandra Carvalheiro
Dra. Inês Vinagre

Psicologia Clínica | Psicoterapia
(crianças e adolescentes )
Dra. Inês Vinagre
Dra. Eliana Silva

Psiquiatria e Sexologia
Dra. Susana Renca

Psicologia Educacional e do Desenvolvimento
Dra. Inês Vinagre
Dra. Catarina Costa

Aconselhamento Parental
Dra. Inês Vinagre

Coaching Psicológico
Dra. Alexandra Carvalheiro

Aconselhamento e Orientação de Carreira
Dra. Alexandra Carvalheiro
Dra. Sara Cordeiro

Consultoria de Recursos Humanos
Dra. Sara Cordeiro

Neuropsicologia
Dra. Cláudia Carolino

Nutrição
Dra. Catarina Augusto

Terapia da Fala
Dr. Hélio Raimundo

Supervisão Clínica
Supervisão Técnica
Formação

quinta-feira, 15 de março de 2018

Novo serviço

É já este sábado que iniciamos as consultas de Psiquiatria e Sexologia com a Dra. SUSANA RENCA.
Marcações pelos contactos: 262144708 ou 933240905

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Workshop Introdução ao Mindfulness

Gestão do Stress e da Ansiedade 
Introdução ao Mindfulness 

Inscrições gratuitas mas obrigatórias para o email pomardebracos@gmail.com 


Adolescência e Saúde Mental num mundo em mudança

Celebrou-se esta semana o Dia Mundial da Saúde Mental o qual foi dedicado pela OMS ao bem-estar mental dos nossos jovens, porque para serem...